04.12.2017 - 09:57

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Paraíba atinge marca de 680 explosões a bancos, mas Ricardo esconde números da população

No mês de novembro, encerrado na última quinta feira, foram registrados 9 ataques a bancos. O Bradesco foi o alvo principal com 7 ocorrências, registradas nas cidades de Conde, Duas, Estradas, João Pessoa, Mataraca, Campina Grande, São José de Sabugi e Nova Floresta.



Levantamento feito pelo Sindicato dos Bancários da Paraíba mostra que nos últimos sete anos houve 680 ataques a bancos no estado. As explosões lideram com 52% das ocorrências ( 353 explosões) , seguidas por arrombamentos 23,2% ( 158 casos), assalto com 9% ( 61 registros), tentativa 9,5% (65 casos) e saidinha de banco 6,3% (43 ocorrências). O Governo Ricardo Coutinho deixará uma marca histórica nos registros da violência na Paraíba, e no quesito ataques a bancos, um ídice que revela a insegurança dos paraibanos.

Os dados estão disponíveis no site do Sindicato dos Bancários da Paraíba a expõe as estatítiscas por modalidade de crime, por banco , cidade e data de cada ataque a banco na Paraíba nos últimos sete anos.

O Banco Bradesco é o campeão de ocorrências nesses últimos sete anos. São 308 ocorrências , o que representa 45 %  dos 680 registros de ataques a bancos no estado. Em segundo lugar vem o Banco do Brasil com 214 casos, o que corresponde a 31%. A Caixa Econômica Federal é o terceiro com maior número de registros , são 40 ocorrências, o significa 6% dos ataques.  Itaú, Santander , banco 24 horas, somam juntos 18% .

No mês de novembro, encerrado na última quinta feira, foram registrados 9 ataques a bancos. O Bradesco foi o alvo principal com 7 ocorrências, registradas nas cidades de Conde, Duas, Estradas, João Pessoa, Mataraca, Campina Grande, São José de Sabugi e Nova Floresta.

O atual governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, em 2010 prometeu em seis meses reduzir a violência no estado, inclusive ataques a banco. Já no primeiro ano de Governo os números foram de 72 ataques, e 63 em 2012. Se já eram alarmantes os números, ficaram piores nos anos seguintes 129 em 2013, 116 em 2014, 132 em 2015 e 105 em 2016. Em 2017 até o final de novembro foram registrados os mesmo números de 2012, 63 casos.

Após prometer reduzir os números de ataques a bancos e não ter conseguido, o governador utilizou outro discurso e passou a culpar os prórpios bancos. O chefe do Executivo chegou a afirmar que a polícia não podia ficar na porta de banco.

A ação dos bandidos chamados de  “Gangue das Dinamites” , ou “Novo Gangaço” a cada dia ficou mais ousada. Na Paraíba há registros em que após explodirem um banco no bairro do Bessa, trancaram a via , renderam moradores que passavam no local de carro, e bancaram terror às pessoas.

No interior há diversos registros em que os assaltantes além de explodirem o banco, metralharam delegacias de polícia, prédios da Justiça e incendiaram os automóveis utilizados na ação criminosa.

O Procon do Ministério Público já aplicou multas milionárias por dano moral difuso aos moradores.

Recentemente o Governo vendeu por R$ 200 milhões a operação de pagamento dos servidores públicos estaduais. O governador chegou a anunciar como ação de Governo a abertura de um posto de atendimento do Bradesco no bairro do Valentina de Figueiredo.
 


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