01.06.2016 - 09:37

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Deputado Wellington Roberto faz nova manobra para tentar livrar Eduardo Cunha da cassação

O deputado federal paraibano Wellington Roberto (PR), aliado do parlamentar. Maranhão, também aliado de Cunha, recebeu a consulta e enviou para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na terça-feira.



Os aliados do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), entregaram uma consulta ao presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA) com questionamentos sobre as regras para a votação do processo contra o deputado em plenário.

O deputado federal paraibano Wellington Roberto (PR), aliado do parlamentar. Maranhão, também aliado de Cunha, recebeu a consulta e enviou para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na terça-feira.

Opositores de Cunha criticaram a tentativa para livrar o deputado do risco de ter o mandato cassado em plenário. Já os aliados de Cunha negam que a consulta enviada por Maranhão à CCJ seja uma manobra, e sustentam que a intenção é tirar dúvidas sobre a votação de processos por quebra de decoro parlamentar.

A consulta faz quatro perguntas: se o que vai a votação no plenário é o relatório ou o projeto de resolução que formaliza a pena; se podem ser feitas emendas a esse projeto; se essas emendas podem ser prejudiciais ao representado; e se, em caso de rejeição do projeto de resolução, é votada a representação originalmente oferecida ao Conselho de Ética ou se ele será considerada prejudicada. As respostas benéficas a Cunha poderiam permitir a alteração de regras durante a votação no plenário, beneficiando-o.

Nesta quarta-feira (1), o Conselho de Ética da Câmara acompanha, a partir das 14h, a leitura do voto do deputado Marcos Rogério (DEM-RO) no processo que analisa quebra de decoro de Eduardo Cunha. A tendência é de que haja pedido de vista, adiando a votação para semana que vem. Na terça, o relator entregou o parecer e o voto em que pede a cassação do mandato de Cunha.

No mesmo dia, o presidente da comissão, Osmar Serraglio (PMDB-PR), escolheu como relator o ex-presidente da comissão, Artur Lira (PP-AL), amigo próximo de Cunha. Lira foi presidente da CCJ com o apoio de Cunha. Serraglio também foi indicado para a presidência da CCJ pela ala do PMDB que era a favor do impeachment de Dilma desde o início e teria tido as bençãos de Cunha. Serraglio nega.

GiroPb com O Globo


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